Estatuto editorial

 

1. Os Objectivos de Organizações e Trabalho inscrevem-se nos propósitos mais gerais da APSIOT, que são o de promover o conhecimento científico e técnico no domínio da Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho e, ao mesmo tempo, contribuir para o conhecimento, aperfeiçoamento, progresso, divulgação e deontologia da profissão.

2. Organizações e Trabalho, publicação semestral, será um dos meios de comunicação da APSIOT, dirigindo-se a um público mais vasto que os profissionais em SIOT, promovendo a produção de informação e a comunicação entre investigadores, formadores, técnicos e parceiros sociais empenhados na procura de soluções para os problemas ligados ao mundo do trabalho e das organizações.

3. Organizações e Trabalho pretende:
- divulgar resultados de investigações científicas, teóricas e empíricas, de experiências sociais e investigações orientadas para a mudança organizacional e reorganização do trabalho realizadas, sobretudo, em Portugal;
- estimular a investigação científica sobre a realidade sociocultural das organizações;
- contribuir para as mudanças sociais e culturais indispensáveis para o país;
- estar atenta ao que se faz e ao que se publica, a nível nacional e internacional, no domínio da SIOT, admitindo a publicação de artigos de autores estrangeiros, publicados ou não em outras línguas e sempre, tanto quanto possível, traduzidos para a língua portuguesa;
- ser um espaço de reflexão e de debate inter e transdisciplinar sobre questões cruciais para a época que o país atravessa – organização do trabalho, inovação, tecnologia, mudança organizacional, emprego, qualificação e formação, gestão de recursos humanos, relações humanas, relações laborais, condições de trabalho, etc.

4. Organizações e Trabalho pretende ser uma influência motivadora para a melhoria da qualidade de vida no trabalho e nas organizações.

 

Organizações e Trabalho - Ficha técnica

 

DIRECTOR

António Brandão Moniz

CONSELHO DE REDAÇÃO

António Brandão Moniz, IET/Fac. Ciências e Tecnologia-Univ. Nova Lisboa
Fátima Assunção, Inst. Sup. Ciências Sociais e Políticas-Univ. de Lisboa
Ilona Kovács, Inst. Sup. Economia e Gestão-Univ. de Lisboa
Mª Conceição Cerdeira, Inst. Sup. Ciências Sociais Políticas-Univ. de Lisboa
Mª Teresa Serôdio Rosa, ISCTE-IUL (aposentada), Lisboa
Paula Urze, IET/Fac. Ciências e Tecnologia-Univ. Nova Lisboa
Rui Moura, Univ. Autónoma de Lisboa
Sara Falcão Casaca, Inst. Sup. Economia e Gestão-Univ. de Lisboa

 

COMISSÃO EDITORIAL DA REVISTA "ORGANIZAÇÕES E TRABALHO"

Acácio Adolfo Steiger Garção, UNINOVA/FCT-Univ. Nova Lisboa, Monte de Caparica
Alice Paiva Abreu, Fac. CS, Univ. Fed. Rio de Janeiro
Ana Paula Marques, ICS-Univ. Minho, Braga
António Gama, Consultor Independente, Lisboa
António José Almeida, ESCE-Inst. Politécnico Setúbal
Arminda Neves, ISCSP-Univ. de Lisboa
Carla Valadas, CES-Univ. Coimbra
Carlos Alá Santiago, Univ. Puerto Rico, Estados Unidos
Catarina Sales Oliveira, Univ. Beira Interior, Covilhã
Célia Quintas, Univ. Autónoma Lisboa
Cláudio Teixeira, ISCTE (aposentado), Lisboa
Cristina Parente, Dep. Sociologia, Fac. Letras-Univ. Porto
Daniel Cornfield, "Work and Occupations", Univ. de Vanderbilt, Nashville, EUA
Domingos Afonso Braga, Univ. Évora
Emília Margarida Marques, CRIA-Inst. Univ. Lisboa
Fernando Jorge Diogo, Univ. Açores
Francisco Parra Luna, Fac. Ciencias Politicas y Sociología, Univ. Complutense Madrid
Geert Van Hootegem, Dep. Sociologie, Kat. Univ. Leuven, Bélgica
Ivo Dias, Univ. Europeia, Lisboa
Ivo Domingues, ICS-Univ. Minho, Braga
João Bilhim, ISCSP-Univ. de Lisboa
João Eduardo Martins, Univ. Algarve
João Freire, ISCTE (aposentado), Lisboa
João Leitão, ESS-Inst. Politécnico da Guarda
José Catela Teixeira, Portugal Telecom (aposentado), Lisboa
José G. Grosso de Oliveira, Univ. Lusófona (aposentado), Lisboa
José Rebelo Santos, ESCE-Inst. Politécnico Setúbal
José Saragoça, Univ. Évora
Juan José Castillo, "Sociología del Trabajo", Univ. Complutense de Madrid
Leonor Lima Torres, IE-Univ. Minho, Braga
Leopoldo Guimarães, Reitoria da Univ. Nova Lisboa (aposentado)
Licínio Tomás, Univ. Açores, Ponta Delgada
Luís Botelho, Polícia Judiciária, Lisboa
Márcia de Paula Leite, Univ. Campinas, S. Paulo
Maria Amélia Marques, ESCE-Inst. Politécnico Setúbal
Maria das Dores Guerreiro, CIES-ISCTE, Lisboa
Maria João Rodrigues, ISCTE, Lisboa
Maria João Santos, SOCIUS/ISEG-Univ. de Lisboa
Maria Leonor Pires, EST-Inst. Politécnico Setúbal
Maria Luísa Veloso, CIES/ISCTE-IUL, Lisboa
Maria Manuel Serrano, Univ. Évora e SOCIUS-ISEG
Michelle Della Rosa, "Sociologia del Lavoro", Univ. Bolonha
Nádya Araújo Guimarães, Dep. Sociologia, Univ. S. Paulo
Natália Alves, IE-Univ. Lisboa
Oriol Homs, Fundació CIREM, Barcelona
Paula Ferreira, ISSS-Universidade Lusíada, Lisboa

Paulo Marques Alves, ISCTE-IUL e DINÂMIA/CET-IUL
Pedro Cunha, FCSH-Univ. Fernando Pessoa, Porto
Raquel Rego, SOCIUS/ISEG-Univ. de Lisboa
Ricardo Fabrício Rodrigues, Univ. Madeira
Roberto Herranz González, Univ. Santiago de Compostela
Rolando Lalanda Gonçalves, Univ. Açores, Ponta Delgada
Sandro Nuno Ferreira Serpa, Univ. Açores
Sofia Alexandra Cruz, FEP-Univ. Porto
Teresa Maneca Lima, CES-Univ. Coimbra

  EDIÇÃO
APSIOT


DEPÓSITO LEGAL
32888 / 89

ISSN: 0871-4835

Normas para apresentação de originais

 

Apresentam-se as normas para publicação de artigos na revista Organizações e Trabalho. Para melhor esclarecimento, bastará verificar a forma como os artigos, bibliografia e resumos aparecem apresentados em números anteriores da nossa revista.

 

1. Todos os artigos solicitados ou propostos para publicação na revista Organizações e Trabalho não devem exceder os 40.000 caracteres de texto (incluindo texto de quadros e figuras). Deve usar-se o "times new roman", tamanho 12, espaço linhas 1,5.


2. Os originais deverão ser enviados em cd ou e-mail, com o processamento de texto em "Formato do Word 97-2003", sem indicação do(s) autor(es) e instituição(ões) a que pertence(m).


3. Esta identificação pessoal do autor e da instituição deverá ser retirada do texto original, por forma a salvaguardar a objectividade das avaliações, e deverá também estar de acordo com a qualidade em que o autor deseja ser apresentado. Devem também ser fornecidos os contactos (morada, telefone e e-mail) para contactos posteriores. Toda esta informação deve ser escrita em ficheiro autónomo.


4. Cada quadro ou figura deve constar em ficheiro autónomo (ex: fig1.doc; quadro1.doc...). Os títulos, notas e legendas referentes às figuras e quadros devem ser escritos no próprio texto, no respectivo local de inserção.


5. Os autores deverão procurar limitar o uso de quadros, gráficos ou esquemas inseridos no texto.


6. Os textos deverão ser acompanhados de resumos, com um máximo de 10 linhas. O resumo em português e as respectivas palavras-chave em português devem estar no próprio texto, imediatamente a seguir ao título do artigo. Os resumos em francês e inglês, bem como os respectivos títulos e palavras-chave devem ser colocados em ficheiro autónomos e separados (um ficheiro para os conteúdos em francês e um ficheiro para os conteúdos em inglês).


7. As notas e a bibliografia devem ser apresentadas, por esta ordem, no final do artigo. A bibliografia deve ser ordenada segundo o apelido do autor.

7.1. As notas bibliográficas não devem ser colocadas em pé-de-página mas sim no próprio corpo de texto de cada artigo (Ex: Santos, 1990).


8. A referenciação bibliográfica deve seguir as normas consagradas:

Livros
Apelido, e Nome Próprio do autor ou (org.) (Ano de edição) [e eventualmente da 1 edição], em caso de colectânea; usar o primeiro e a expressão et al., se mais do que um), Título da Obra, Local de edição, Editor;

Artigos em publicação em série
Apelido, e Nome Próprio do autor (Data), "Título do artigo", Título da Revista, (Número, eventualmente antecedido do Volume), Páginas;

Textos em colectâneas
Apelido, e Nome Próprio do autor, "Título do texto", in Nome Próprio e Apelido do (org.) (Ano de edição), Título da Colectânea, Local de edição, Editor, Páginas.

NB
Não usar letras maiúsculas nos apelidos dos autores citados, nem na bibliografia nem no próprio texto (EX: Santos e não SANTOS).


9. As citações devem ser traduzidas.


10. Aquando da utilização de aspas, deve usar-se"..." e nunca «...» ou '...'. (o apóstrofe apenas é usado para indicar aspas dentro de aspas "...'...'...".


11. Quando se usam referências numéricas. Como percentagens, deve ser utilizado o respectivo sinal e não a designação por extenso (ex.:40% e não 40 por cento).


12. Quando aparecem números de ordem iguais ou superiores ao milhar, deve-se usar o ponto como separador da casa dos milhares (ex.: 12.500 e não 12 500).


13. As casas decimais devem ser separadas por virgulas (ex.: 2,70); quando o número for inferior a 1, deve ser utilizado o zero antes da vírgula (ex.: 0,25).


14. Na escrita de siglas, não devem ser colocados pontos a separar as iniciais (ex.: EUA e não E.U.A.). As siglas também não têm plural (ex.: as PME e não as PME's).


15. Todos os termos estrangeiros não traduzidos devem ser grafados em itálico, sem aspas (ex.: marketing, software).


16. Sempre que se queira destacar um termo ou frase, utilize o itálico e não o bold (negrito) ou underline (sublinhado).


17. O Conselho de Redacção informará os autores da decisão de publicar ou não os originais propostos, podendo igualmente sugerir alterações no sentido da redução do texto ou semelhantes. Esta informação tem em consideração os pareceres elaborados pelos membros da Comissão Editorial na avaliação dos artigos.


18. Os artigos não publicados só serão devolvidos aos seus autores quando tal for expressamente solicitado.


19. As recensões de livros – que alimentarão a respectiva secção da revista – deverão ter uma dimensão de 3 a 5 páginas, dactilografadas a dois espaços.

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